Nesta luta comum, em que todos buscamos o perfil do “cidadão modelo” para a nossa sociedade os nossos líderes religiosos demandam também uma cada vez maior participação das suas congregações na vida social e quiçá económica do país, quer instilando nas populações os sentimentos da solidariedade, da caridade e de respeito ao próximo, assim como a potenciando-as e incentivando-as para tarefas da produção vis-a -vis a auto-suficiência alimentar e também na adopção de hábitos pacíficos de convivência na sociedade e nos cuidados básicos com o saneamento, com a saúde e com o ambiente. Não há como dispensar e/ou ignorar a pareceria e o conselho amigo desta grande fonte de saber e de bom senso.
