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O “sonho angolano” se traduz no direito a vida, na segurança e paz física e de espírito, na segurança alimentar, no acesso aos serviços básicos de saúde, de educação e de instrução profissional mínimos, na igualdade de oportunidades e de desenvolvimento sócio-profissional, na liberdade de expressão e da prática religiosa.Finalmente, e em resumo, se traduz na inserção socio-económica, nomeadamente: no ter emprego com salário digno, casa própria, constituir família e ter acesso aos meios de produção e creditícios para o negócio próprio.