O calar das armas de guerra e o terminar do morticínio entre irmãos protagonizado heroicamente pelo ex-Presidente da República JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS, em 2003, emprestou ao país a paz que todos os cidadãos angolanos sempre almejaram. A condução com êxito da integração das forças desavindas num exército único e na polícia nacional, representam um marco histórico de referência não só nacional como internacional.O CIDADANIA entende que deve-se continuar com as acções de formação do pessoal superior e inferior das Forças Armadas e da Polícia Nacional, melhorar-se substancialmente as condições de vivência dos efectivos da tropa e da polícia, assim como garantir condições dignas aos reformados, por tempo de serviço. No caso da polícia nacional inculcar-se mais rigor e disciplina. Aos cidadãos, não obstante as falhas clamorosas dos agentes da polícia, exige-se também uma atitude mais positiva e de maior respeito aos agentes da polícia.
